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Ex-ministro Alysson Paolinelli fala sobre a importância da Verde Fertilizantes no cenário agrícola brasileiro

Alysson Paolinelli é considerado o pai da agricultura tropical, sendo um dos grandes responsáveis por tornar o Brasil um dos exportadores agrícolas mais importantes do mundo. Paolinelli foi secretário da Agricultura por três vezes em Minas Gerais e se tornou Ministro da Agricultura em 1974, aos 38 anos – um dos ministros de Estado mais jovens que o Brasil já teve.

Desde 2014, Alysson Paolinelli integra o Conselho Administrativo da Verde Fertilizantes. Seu papel na empresa vai além de apenas orientar e aconselhar. Paolinelli acompanha de perto o desenvolvimento dos produtos e das estratégias de mercado. Ele participa de reuniões com parceiros potenciais e atuais, fortalecendo a imagem da empresa e reforçando o trabalho da Verde em ofertar novas possibilidades para o cenário agrícola brasileiro. Em algumas oportunidades, visita experimentos de campo e está sempre disponível para contribuir com sua vasta experiência adquirida ao longo de sua distinta carreira. Nesta entrevista concedida ao Portal SG Agora, Dr. Alysson fala sobre a importância da Verde para o desenvolvimento da agricultura tropical.

  1. Qual foi a importância histórica da região de São Gotardo no desenvolvimento do Cerrado brasileiro e agricultura tropical?

Alysson Paolinelli: Muito grande. A região do Alto Paranaíba foi a pioneira não só no projeto de crédito rural integrado, que o governo de Minas lançou em 1971, como a partir de 1973 com o projeto específico – que era o Padap – um projeto de assentamento para a região do Alto Paranaíba. Foi fundamental, eu diria que foi a base de todo esse desenvolvimento. Os agricultores foram capazes de aceitar as tecnologias que nós estávamos sugerindo, eles participaram do processo de inovação e desenvolveram o Cerrado aqui como base para outras regiões.

  1. Explique a importância da Verde Fertilizantes no cenário de fertilizantes brasileiros.

Alysson Paolinelli: Ela vai ter uma importância muito grande, indiscutivelmente, porque ela não está trabalhando só com o elemento potássio. Ela está inovando também nos micronutrientes no cálcio, no magnésio e em tantos outros elementos. Sinceramente, eu acho que nós estamos mudando o conceito de fertilização do solo. Há duas formas de fazer a fertilização: a química, que é através do cloreto. Eu não sou contra, pode usar, sem dúvida. Mas tem a outra que ela tem um pouco de biológica, um pouco de mecânica e que o conceito é outro.

  1. Um dos produtos desenvolvidos pela Verde Fertilizantes é o TK47, um fertilizante multifuncional e inovador. Em sua opinião, quais são os principais benefícios do TK47?

Alysson Paolinelli: Nós produtores estamos todos juntos com a Verde Fertilizantes, fazendo exatamente isso que você está me perguntando. Achando as grandes melhorias e necessidades que ela está cumprindo dentro do seu trabalho, no solo. Eu quero que todos conheçam os efeitos, no mundo, de um novo sistema de fertilização de solo que não vai trabalhar só com o potássio. Trabalha com outros elementos, como eu já disse, que oferece ao produtor a oportunidade de ter maiores rendimentos em suas atividades em solo tropical.

  1. Há um ano e meio o senhor atua como Diretor da Verde Fertilizantes. Comente sobre sua atuação nos projetos da empresa.

Alysson Paolinelli: Eu ajudava eles, eu não sou diretor, a empresa é muito bem administrada, eu me acho mais um conselheiro. Estou entusiasmado com os resultados que ela começa a obter, eu acho que através desses resultados que nós vamos demonstrar que estamos ofertando novas soluções para o Brasil.

  1. As fontes tradicionais de potássio utilizadas hoje acarretam em quais problemas para o desenvolvimento da agricultura tropical?

Alysson Paolinelli: Não digo que sejam problemas. Nós estamos usando produtos químicos enquanto nós poderíamos usar apenas produtos moídos ou parcialmente fortificados através da energia elétrica. Eu estou acreditando, com os resultados que já estamos obtendo nas linhas de fertilizantes, que nós não oferecemos alternativas novas. Não queremos que o sujeito não use o cloreto de potássio, nós queremos saber se aquele que está usando o cloreto de potássio sabe que está usando um produto químico. Se ele usar o TK47 ele está usando um produto apenas modificado, que serve para a agricultura orgânica e vai adaptar muito bem ao solo brasileiro.

Para ler a entrevista completa acesse os links: Parte 1 | Parte 2

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